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São Tomé e Príncipe

FRATERNIDADE DE SÃO FIEL DE SIGMARINGA   

Cidade de Angolares 

Bairro de Bandù

Angolares

Frei Gilson Patrick Oliveira –  Guardião e pároco de Santo Isidoro – Angolares

Frei Ademário Delgado – Pároco de Santa Cruz – Angolares

Frei Manuel Ramos – Ecônomo 

Desde o dia 8 de Setembro de 2016 a Diocese de São Tomé e Príncipe passou a contar com a presença efectiva dos missionários Franciscanos Capuchinhos da Custódia de Cabo Verde. Trata-se de uma resposta ao pedido do Bispo Dom Manuel António que há muito vinha pedindo essa presença.

Não é a primeira vez que os capuchinhos trabalham em São Tomé e Príncipe, pois, segundo António Ambrósio, no seu livro “subsídios para a história de São Tomé e Príncipe”, em 1714, chegaram a são Tomé os primeiros Capuchinhos italianos. Afirma ainda o mesmo autor de que durante quase um século, até 1794, passaram pelas missões de São Tomé e Príncipe, 77 Capuchinhos italianos. Estes interromperam a missão deixando um grande legado. Segundo António Ambrósio “pode-se afirmar que foram os Capuchinhos os maiores missionários de São Tomé e Principe. Os Frades Menores juntaram à pregação do Evangelho, o testemunho de uma vida religiosa perfeita. Alguns morreram com fama de santos”.

São Tomé e Principe outrora foi o destino de muitos cabo-verdianos que vieram com um suposto “contrato” para trabalhar nas terras do cacau fugindo à grande fome e seca que então assolava as ilhas de Cabo Verde. Neste momento mais de 60% da sua população é de origem cabo-verdiana.

A Nossa Comunidade conta com três irmãos, dois sacerdotes e um irmão não sacerdote.

Os Bispo entregou aos capuchinhos o encargo pastoral da zona sul do país distrito de Caué. Assumimos a paróquia de Santa Cruz dos Angolares e mais tarde a paróquia de Santo Isidoro com sede em Ribeira Afonso distrito de Cantagalo. São duas paróquias paupérimas muito extensa a nível territorial mas pequena a nível populacional.